ESCLARECIMENTO SOBRE A FALA DO JORNALISTA OTÁVIO GUEDES DA GLOBO NEWS SOBRE A POSIÇÃO DA ADEPOL DO BRASIL QUANTO À OPERAÇÃO POLICIAL NO JACAREZINHO

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RJ - POLICIA / COMUNIDADE JACAREZINHO / RIO DE JANEIRO / OPERAÇAO - CIDADES - Operação da Polícia Civil no Jacarezinho, nesta quinta feira (06). 06/05/2021 - Foto: REGINALDO PIMENTA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

A ADEPOL DO BRASIL, através de seu Presidente Rodolfo Queiroz Laterza, vem apresentar contrapontos em relação à menção realizada pelo jornalista Otávio Guedes na Globo News pela manhã de hoje sobre suposta posição da ADEPOL DO BRASIL quanto a “protocolos de uso da força” que , conforme arguiu, poderiam contraditar a metodologia operacional da PCERJ em operações que demandam uso da força.

  1. Como o eminente jornalista inicialmente afirmou, não é especialista em segurança pública, de modo que sua opinião não possui embasamento técnico e científico. A conversa se deu de forma informal no qual o Presidente da ADEPOL DO BRASIL sustentou os mesmos posicionamentos expostos em nossa nota pública de apoio irrestrito à Polícia Civil do Rio de Janeiro: que operações em áreas subjugadas por narcoterroristas demandam regras de engajamento do uso da força específicas e que são justificadas na necessidade de se repelir iminente e injusta agressão deflagrada por criminosos que portam armamento de guerra de infantaria, em conformidade com os protocolos internacionais inclusive.
  2. Na conversa o Presidente da ADEPOL DO BRASIL, que orgulhosamente trabalhou na CORE-PCERJ quando exercia o cargo de Inspetor de Polícia, ressaltou sua visão empírica da questão e o porquê de nossa posição de defesa da instituição e que não aceitaremos pré condenação tal como setores da mídia insistem em manter.
  3. O Presidente da ADEPOL DO BRASIL ressalta que está à disposição para prestar perante a Globo News uma análise técnica, empírica e legal da questão, que fundamenta a necessidade e legalidade originária da operação policial no Jacarezinho, evitando-se que a informalidade de uma conversa crie distorções perante o público e a sociedade.
  4. Por fim ratificamos nossa posição já declarada em apoio à Polícia Civil do Rio de Janeiro na sua luta diária contra o narcoterrorismo.