Sem papiloscopista em local de crime no Estado de GO

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Reportagem: Rosana Melo
 O uso de ferramentas como o Afis na identificação de criminosos poderia auxiliar as polícias inclusive a evitar crimes como os do serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha, que confessou a morte de 39 pessoas em Goiânia e em Aparecida de Goiânia.

Perícias em locais de crime feitas por papiloscopistas seriam o suficiente para a coleta correta de impressões digitais que, jogadas no sistema, identificariam Tiago Henrique como autor. Ele era vigilante e tinha cadastro, com digitais, na Superintendência da Polícia Federal.

O problema é que em Goiás, perícias em locais de crime não são feitas por papiloscopistas e, muitas vezes, nem existe coleta de impressões digitais nesses locais. A informação foi passada com exclusividade ao POPULAR.

“O serial provavelmente tocou em alguma coisa em algum local de crime. Uma perícia bem feita, comparada com a base de dados do Afis, possivelmente apontaria a autoria. Infelizmente, papiloscopistas não fazem esse trabalho em locais de crime em Goiás”, contou um policial federal.

Fonte: Jornal O Popular