Entidades na luta em defesa das prerrogativas da Polícia Civil

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Direção do Sindpol/MG se reúne com a direção da Adepol/MG para tratarem de ação conjunta contra projeto nocivo para a Segurança Pública

Na tarde desta quinta-feira (09/04), o Presidente do Sindpol/MG Denilson Martins e o secretário geral Cláudio Pereira, se reuniram com a direção da Adepol/MG para tratarem de assuntos de interesse da categoria policial e deliberarem sobre a posição das entidades acerca de projetos oportunistas, se aprovados, geram prejuízos e danos irreparáveis à Segurança Pública e a instituição Polícia Civil a nível nacional. Projetos apresentados no calor de uma crise política e econômica do governo federal, e que alteram dispositivos da Constituição e do arcabouço jurídico nacional, vulnerabilizando disposições processuais e garantias das instituições policiais no exercício de sua função. É o caso do PLC 34/2015, apresentado por iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, através de sua bancada federal que transfere para os governos estaduais competência legislativa sobre processo penal e outras matérias correlacionadas.

O presidente do Sindpol/MG Denilson Martins e o presidente da Adepol Mário Correa veem com temeridade e apreensão a propositura de matérias dessa natureza em momentos de instabilidade política, pois é  inconcebível diminuir o nível de criminalidade e enfrentar a onda de violência sem uma legislação padronizada a nível nacional, haja vista que o crime não tem fronteira e o que está por trás de tudo isso é uma disputa de espaço institucional de instituições policiais distintas, ademais a ação dos criminosos se perpetra em vários Estados alcançando diversos bens jurídicos, e um projeto dessa natureza vem na contramão daquilo que na verdade a ação policial precisa se revestir: padronização, metodologia e mais empoderamento.

Ação unificada

Os dirigentes também discutiram sobre a atuação das entidades de classe legítimas aqui no Estado perante o Governo e a Administração Superior da Polícia Civil, demandas conjuntas e trabalho em equipe, ações que não podem ser ameaçadas por grupos contrários e que não atuam em prol de uma visão institucional e que privilegia o coletivo.

Fonte: Sindpol/MG