Delegados de diferentes gerações falam sobre as curiosidades da profissão

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“Se você tem uma carteira de identidade no bolso, você já passou pelo serviço de um delegado. Se você tem um veículo registrado, você já passou pelo serviço de um delegado. Se você precisou de um emprego e apresentou um atestado de bons antecedentes, você já precisou do serviço de um delegado. Portanto toda sociedade mineira, todo cidadão mineiro, já foi cliente em algum momento de um delegado de polícia”, esclarece o Dr. Marco Antônio de Paula Assis, delegado há 25 anos.

Essa e outras curiosidades são em grande parte desconhecidas pela população. Para esclarecer os mineiros sobre a funções desse profissional, o Sindicato dos Delegados de Polícia de Minas Gerais (SindepoMinas), criou uma campanha no estado.

Uma das principais funções da ação, que vai até 30 de novembro, é explicar a diferença de atuação das polícias Civil e Militar. Enquanto a Polícia Militar é responsável pelo policiamento ostensivo, prevenindo os crimes, a Polícia Civil, por meio dos delegados e investigadores, é responsável por apurar e esclarecer esses casos. O resultado da investigação é o inquérito, encaminhado ao Ministério Público que, por meio do documento, decide se oferece ou não a denúncia contra o suspeito à Justiça.

“Depois que a gente entra e começa a investigar os crimes, tem o lado também de você ver a desgraça, a maldade humana. Mas eu sou extremamente feliz porque eu sei que alguém tem que fazer esse trabalho, fazer justiça depois que os crimes são cometidos”, diz o Dr. Enrique Rocha Solla, delegado há sete anos.

Para entrar na carreira, é preciso ter bacharelado em direito, passar em concurso público e ingressar no curso específico da Polícia Civil para formação.

Assista ao vídeo sobre o tema aqui.

 

Fonte: Uai

Delegados de diferentes gerações falam sobre as curiosidades da profissão

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