ADEPOL DO BRASIL participa de entrevista sobre assassinato de candidato à presidência do Equador

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A ADEPOL DO BRASIL foi consultada pelo UOL sobre a morte de Fernando Villavicencio, candidato a presidente do Equador. O político foi assassinado com três tiros na cabeça depois de sair de um comício em uma escola na cidade de Quito, na última quarta-feira (9), de acordo com autoridades locais.

A Diretora da ADEPOL DO BRASIL, Raquel Gallinati, explicou sobre as ações de segurança destinadas a presidenciáveis em época de campanha eleitoral, lembrando que a política não pode interferir na proteção de candidatos durante campanhas eleitorais.

A delegada Raquel comentou também sobre a declaração de Villavicencio pouco antes de ser morto a tiros. Em discurso, ele afirmou que não usaria colete à prova de balas porque os apoiadores eram seu “colete”.

“O que a gente percebe é que, de forma populista, muitos candidatos se colocam fazendo parte do povo, querendo proximidade, dispensando. ‘Não preciso de segurança, não preciso de colete porque sou amado e aclamado pelo povo’. A política não pode interferir de forma alguma na autonomia da polícia ao direcionar e ao proteger os candidatos”, explicou.

Veja entrevista completa: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/08/10/equador-politica-nao-pode-afetar-protecao-de-candidatos-diz-delegada.htm