ADEPOL DO BRASIL é consultada em matéria do portal R7 após ataque com faca em escola paulista

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Após o brutal ataque a facadas de um adolsecente na manhã desta segunda-feira (27), na Escola Estadual Thomazia Montoro, localizada na capital paulista, a imprensa repercutiu com especialistas sobre motivações para o crime que comoveu o País. O ato resultou na morte de uma professora e deixou cinco estudantes feridos.

Na matéria veiculada pelo portal R7 – “Máscara de caveira de aluno que atacou escola é igual a usada no massacre de Suzano; veja razão” -, a delegada e diretora da Associação dos Delegados de Polícia (ADEPOL) do Brasil, Raquel Gallinati, explicou que atentados semelhantes em escolas podem ter influência de tempo em sites proibidos e acesso plataformas e ambientes digitais que perpetuem informações criminosas.

Dra. Raquel disse que, além da influência de personagens fictícios, adolescentes que, por algum motivo, têm o desejo de atingir professores e colegas em escolas, podem, possivelmente, passar muito tempo na deep web, dark web e ‘discords’, que são chats de jogos sem um gerenciador para atos criminosos.

“São, muitas das vezes, vítimas de bullying, pessoas que estão com o psicológico completamente abalado, passam muito tempo nessas redes na internet e sem a supervisão dos pais”, ressaltou.

As medidas necessárias para evitar ataques do tipo, segundo a especialista, são “regras para que o bullying deixe de existir de vez nas escolas, além de um efetivo controle e segurança pública nessas unidades de ensino”.

Um complexo multidiscilplinar, envolvendo educação, orientação psicológica e supervisão familiar também são elementos importantes para evitar essas tragédias, segundo a delegada.

“Os pais enviam os filhos para as escolas acreditando que eles estão em um lugar seguro, mas não é isso que estamos vendo. De tempos em tempos, massacres em escolas são noticiados, mas nada de forma efetiva sem sido feito ou solucionado”, completou.

“A ausência de castigo e impunidade são fatores que encorajam as práticas de crimes”, ressaltou Gallinati, que também é embaixadora do Intituto Pró Vítima.

As medidas necessárias para evitar ataques do tipo, segundo a especialista, são “regras para que o bullying deixe de existir de vez nas escolas, além de um efetivo controle e segurança pública nessas unidades de ensino”.

Um complexo multidiscilplinar que envolva educação, orientação psicológica e supervisão familiar também é um elemento importante para evitar essas tragédias, segundo a delegada.

“Os pais enviam os filhos para a escola acreditando que eles estão em um lugar seguro, mas não é isso que estamos vendo. De tempos em tempos, massacres em escolas são noticiados, mas nada de forma efetiva sem sido feito ou solucionado”, completou.

Link da matéria: https://noticias.r7.com/sao-paulo/mascara-de-caveira-de-aluno-que-atacou-escola-e-igual-a-usada-no-massacre-de-suzano-veja-razao-27032023