ADEPOL DO BRASIL: destaque na mídia em artigo sobre segurança de candidatos presidenciáveis

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A ADEPOL DO BRASIL ganhou destaque no ESTADÃO (Blog do Fausto Macedo) e em diversas outras mídias, abordando a questão da segurança de candidatos presidenciáveis.

Após a tragédia ocorrida em Quito (Equador) no último dia 09, com o assassinato do candidato à presidência Fernando Villavicencio, a ADEPOL DO BRASIL divulgou um artigo, assinado pela Diretora Raquel Gallinati.

“A trágica ocorrência em que o candidato à presidência do Equador, Fernando Villavicencio, foi morto a tiros durante um ato político em Quito e sete pessoas ficaram feridas, deixa mais marca sombria em campanhas eleitorais presidenciais. Essa situação destaca a importância da segurança e estabilidade durante o processo democrático, pois é um doloroso lembrete de que a violência política não tem lugar em uma sociedade democrática. É necessário, portanto, um esforço conjunto para garantir a segurança de todos os candidatos e a integridade das eleições.

Para assegurar esse objetivo, é crucial que os órgãos responsáveis pela segurança dos presidenciáveis ajam de maneira imparcial, protegendo e preservando a segurança dessas figuras-chave, independentemente de suas afiliações políticas. A segurança das eleições presidenciais deve ser tratada como uma questão de Estado, visando sempre a proteção e o bem-estar desses candidatos. A independência e a imparcialidade na proteção dos presidenciáveis são essenciais para garantir a integridade do processo democrático e a segurança das pessoas que ocupam esses cargos de liderança”, destaca parte do conteúdo.

Artigos na íntegra:

https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/tragedia-em-quito-a-importancia-da-autonomia-na-seguranca-de-candidatos-presidenciaveis-livres-de-ingerencias-populistas/

https://correiodoestado.com.br/opiniao/seguranca-de-presidenciaveis-acoes-devem-ser-tomadas-para-evitar/418789/

https://gazetadasemana.com.br/noticia/128260/tragedia-em-quito-a-importancia-da-autonomia-na-seguranca-de-candidatos-presidenciaveis-livres-de-ingerencias-populistas