Servidores de Goiás decidem nesta terça-feira greve na Segurança Pública

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Servidores da área de Segurança Pública realizaram assembleia às 14 horas de hoje (24), em frente à Assembleia Legislativa de Goiás. Em pauta a discussão sobre a suspensão por parte do governo do Estado do pagamento da parcela de atualização salarial prevista para os meses de novembro e dezembro. A expectativa é que os funcionários das 14 categorias entrem em greve.

Preparativos

As entidades fazem preparativos para a assembleia. Os trabalhadores de diferentes setores Segurança Pública chamam a atenção para o não cumprimento do acordo, por meio do qual deveriam ser pagas parcelas de 12,33% em novembro (para os policiais civis) e em dezembro (para as outras polícias e categorias), e sobre o que isso representa para a sociedade.

A Secretaria da Fazenda já se manifestou que o Estado não tem condições de efetuar o pagamento. A proposta é que a parcela deste ano seja paga em 2018.

Nesta segunda-feira (23), representantes das categorias da Segurança Pública, estiveram reunidos com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). O chefe do Executivo ressaltou as dificuldades financeiras enfrentadas pela administração e que o acordo com a categoria estava condicionado ao aumento da receita corrente líquida.

“Não queremos deixar ninguém desprotegido. Somos parceiros do governo. Chegou um limite, não conseguimos proteger sequer nossas famílias”, avalia o presidente do Sinpol, Paulo Sérgio Alves Araújo.

O fórum é composto pelas seguintes entidades: Sinpol, Associação dos Subtenentes e Sargentos do Estado de Goiás (Assego), Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (ACS), Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiros Militar de Goiás (Assof), Associação das Pensionistas da PM/BM de Goiás (APPB), Associação dos Peritos Criminais e Médicos Legistas (Aspec), Associação dos Militares Inativos de Goiás (Amigo), União Goiana dos Policiais Civis (Ugopoci), Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás (Sindepol), Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal do Estado de Goiás (Sinsepgo), Associação dos Servidores do Sistema Prisional de Goiás (Aspego), Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás (Adpego), Sindicato dos Peritos Criminais e Médicos Legistas de Goiás (Sindperícias) e Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado de Goiás (Appego).

 

Fonte: Diário de Goiás

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