SC – Adepol manifesta apoio a operação que prendeu servidores em Dionísio Cerqueira

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A Associação dos Delegados de Polícia Civil de Santa Catarina emitiu uma nota na tarde deste domingo, 12, sobre aOperação Última Hora, que prendeu quatro servidores em Dionísio Cerqueira. A nota manifesta apoio ao trabalho realizado na cidade. Já a prefeitura de Dionísio Cerqueira se manifestou por meio de uma nota de repúdio no Facebook, neste domingo, que também é uma resposta para a matéria veiculada pelo Fantástico, da Rede Globo. A Operação Última Hora ganhou repercussão nacional no quadro “Aonde está o dinheiro que estava aqui”.

Nota da Adepol

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de Santa Catarina (Adepol – SC) vem a público manifestar total e irrestrito apoio à investigação da Polícia Civil, coordenada pelo Delegado de Polícia doutor Eduardo Mattos, que resultou na prisão de agentes públicos do município de Dionísio Cerqueira e também no afastamento do Prefeito Municipal.
Toda e qualquer ação policial que tenha como objetivo coibir atos contrários à moralidade e ao interesse público será apoiada pela Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de Santa Catarina, que desde abril de 2015 lançou a campanha “Delegados de Polícia de Santa Catarina contra a corrupção.”
A função do Delegado de Polícia é essencial à Justiça. Ele possui autonomia jurídica e independência funcional, devendo atuar dentro da legalidade e dos preceitos democráticos. Os atos que forem considerados injuriosos e difamatórios perpetrados contra o doutor Eduardo Mattos, inclusive ataques políticos-partidários, serão devidamente apurados. Conforme palavras do próprio Ministro do Supremo Tribunal Federal, José Celso de Mello Filho, o Delegado de Polícia é o primeiro garantidor da Justiça e da liberdade. A diretoria da Adepol-SC lamenta as críticas e refuta as declarações apresentadas contra a operação “Última Hora”.

Leia: Em coletiva, prefeito fala sobre ação em Dionício Cerqueira

Segundo o delegado de Dionísio Cerqueira, Eduardo Mattos, na investigação, que durou cerca de seis meses, os suspeitos responderão pelos delitos de formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, estelionato, peculato, falsidade ideológica, além de atos de improbidade administrativa. O Delegado Eduardo acredita que mais prisões ocorrerão no decorrer das investigações. Há comprovação da participação de mais de 20 pessoas, os quais serão indiciados no Inquérito policial em curso.

 

 

Fonte: Rede Pepeeri

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