Associação de Delegados de Sergipe tem nova diretoria

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O presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil, Carlos Eduardo Benito Jorge (Dudu), esteve em Sergipe para uma extensa agenda ligada à categoria e à segurança pública, durante esta semana. Na pauta, a posse da nova diretoria da entidade no estado e do novo secretário de segurança, além de reuniões com delegados da Polícia Federal.

Na quarta-feira (04), o presidente da entidade nacional deu posse ao delegado de Polícia Civil Paulo Márcio Ramos Cruz como presidente da Adepol Sergipe. O evento ocorreu na Academia de Polícia Civil, zona sul de Aracaju, e contou com a presença de diversas autoridades locais, como o Secretário de Segurança, Mendonça Prado, e o delegado-geral de Polícia Civil, Éverton Santos.
Paulo Márcio é delegado desde 2001 e já foi, há alguns anos, presidente da associação. Paulo Márcio também foi eleito, no final do ano passado, para ocupar o cargo de segundo vice-presidente jurídico na Adepol do Brasil.

“Nós da Adepol do Brasil acreditamos que é de suma importância o trabalho de todos, tanto em suas regiões, quanto em Brasília, nos estados e no Congresso Nacional, na defesa dos interesses dos delegados e delegadas de polícia de cada estado, e, consequentemente, do Brasil”, afirmou Carlos Eduardo. O presidente fez questão ainda de ressaltar o trabalho que já vem sendo feito. “Tanto o novo presidente, Paulo Márcio, quanto o antecessor, Kássio Viana, tem tido forte atuação como representantes dos delegados de polícia de Sergipe na nossa diretoria da Adepol do Brasil”, disse em discurso o presidente Carlos Eduardo.

O novo presidente terá a missão de colocar em prática as reivindicações decorrentes de negociações que vêm ocorrendo desde o ano passado, a exemplo da aprovação da lei de criação do subsídio, a promoção automática e de mais seis vagas para o delegado de polícia, que, em razão das dificuldades financeiras do Estado, ainda não foram implementadas. “Estes são alguns dos pleitos que levaremos ao secretário de segurança e ao governador, além da reestruturação das unidades policiais e contratação de agentes escrivães, sobretudo para o interior do estado.”